Síndicos profissionais se popularizam nos condomínios

24 de setembro de 2018
Foto da capa do caderno de Imóveis do Jornal Extra contendo a pauta da Estasa - Síndicos profissionais se popularizam nos condomínios

Funcionários devem ter conhecimentos de leis e manutenção predial

Em meio a uma realidade em que o síndicos assumem cada vez mais funções, as administradoras têm optado por contratar profissionais para o cargo que sejam formados em cursos específicos na área. Nos conjuntos que a Estasa administra, o número de síndicos profissionais, que não vivem necessariamente nos condomínios em que trabalham, cresceu 300% nos últimos cinco anos. Já a Lowndes notou crescimento de 10% no último ano.

Segundo as construtoras, os principais fatores para a contratação dos síndicos profissionais são aumento da responsabilidade na gestão do condomínio e a falta de disponibilidade de moradores para assumir o cargo, por receio de se indispor com vizinhos.

Para Anna Carolina Chazan, gerente geral de Gestão Predial da Estasa, as novas normas para condomínios têm exigido síndicos mais preparados e envolvidos com o trabalho. Duas dessas normas são a autovistoria predial e o e-Social, que é o envio digital de dados trabalhistas e previdenciários para o governo federal. Caso as normas não sejam cumpridas, o condomínio pode ser punido com multas. “O síndico profissional acompanha e tem um maior conhecimento das novas legislações, se aperfeiçoa com cursos de capacitação. E, dessa forma, evita prejuízos ao condomínio”.

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Há quatro anos, Pedro Coelho, 30 anos, é síndico profissional. “Comecei a trabalhar como síndico, pois vi uma oportunidade em um mercado promissor”, conta.

Porém, Ricardo Chalfin, diretor da Precisão Administradora, observa que o fato de o síndico profissional não viver no condomínio que administra pode prejudicar a identificação imediata das demandas dos moradores.

“A falta de conhecimento da rotina e dos moradores do condomínio podem ser empecilhos nesse tipo de trabalho”, observa.

WhatsApp pode ajudar

Especialistas orientam profissionais a abrir um canal de comunicação. Até criar um grupo no WhatsApp ou enviar e-mails periódicos sobre as demandas do condomínio podem ser uma alternativa. “Isso dá suporte ao síndico para que ele tenha conhecimentos dos problemas e possa agir”, afirma Anna Carolina.

Por outro lado, há quem prefira os síndicos que vivem no condomínio porque eles acompanham de perto os problemas. “Mas uma desvantagem dos moradores é a proximidade com os vizinhos. Isso pode ser um complicador na hora de cumprir e fazer valer o determinado na convenção condominial e no regimento interno, como a cobrança aos inadimplentes e a execução das normas de convivência, por exemplo”, explica Catarina Oliveira, gerente de qualidade da Lowndes.

Fonte: O DIA – Síndicos profissionais se popularizam nos condomínios

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