Administração de Condomínios

Os riscos da autogestão condominial

Os riscos da autogestão condominial

Falta de conhecimento específico e de transparência na prestação de contas podem atrapalhar a administração do condomínio, causando prejuízos.

A autogestão nos condomínios, como é chamada a administração feita pelos próprios moradores sem a assessoria de uma administradora, ainda é uma realidade em muitos edifícios. Levantamento da Estasa, gestora condominial, em Ipanema, Leblon, Lagoa, Jardim Botânico e Gávea, aponta que há pelo menos 100 condomínios administrados pelos moradores na região. Nesse modelo, mais adotado em prédios com poucas unidades, geralmente não há conselho fiscal. E as despesas são controladas só por uma pessoa, o que pode causar problemas.

A visão da Estasa sobre autogestão condominial:

 

Foto do CEO e presidente da Estasa, Luiz Fernando Barreto, para a pauta: "os riscos da autogestão condominial"
Luiz Barreto, presidente da Estasa: Há uma série de regras a cumprir que exigem conhecimento (…) e que vão variar conforme o tamanho e a infraestrutura do prédio”

Luiz Barreto, presidente da Estasa, diz que é comum ver um síndico acumulando funções de administração sem conhecer as obrigações legais. “Há uma série de regras a cumprir que exigem conhecimento em direito, segurança, gestão de risco, contabilidade, recursos humanos e que vão variar conforme o tamanho e a infraestrutura do prédio”. Marcelo Borges, diretor jurídico da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi), ressalta que exercer a gestão sem um o auxílio especializado poderá causar prejuízos. “Pode ser uma economia perigosa, pois há grandes riscos de erros, acarretando, inclusive, demandas judiciais”, alerta.

Leia também:

Qual a importância da administradora de condomínios
Inadimplência condominial em alta no Rio de Janeiro

Segundo o vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio), Leonardo Schneider, a atividade está cada vez mais complexa, principalmente com o surgimento de condomínios maiores. “E os síndicos estão cientes de que precisam de um apoio para prestar os serviços adequados. A gente recomenda que se contrate uma boa administradora, com conhecimento de mercado e que se faça uma checagem do histórico da empresa”, orienta.

Pareceu complicado?

Esqueça a autogestão condominial: a Estasa é referência em administração de condomínios no Rio de Janeiro. Montamos uma página explicando exatamente como atuamos e o que nos diferencia das outras empresas. Clique aqui e confira todas as soluções inovadoras para uma administração transparente no seu condomínio. 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *